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9 de abril de 2010

Segundo alguns arqueólogos, Cristo estaria sentado na cruz sem coroa de espinhos e nu

Não é exagero afirmar que a cruz é o alicerce do cristianismo. Instrumento dantesco na mão dos romanos, utilizado como pena capital contra escravos e revoltosos, ela ganhou contornos de altruísmo por volta das 15h da Sexta-feira da Paixão do ano 30, quando Jesus de Nazaré teria morrido pendurado em duas estacas de oliveiras nodosas em forma de “t”. Seus discípulos não estariam ao pé do calvário. Mas as primeiras linhas escritas pelos quatro evangelistas para perpetuar os ensinamentos desse homem que cresceu na Galileia relatavam justamente os episódios de sua Paixão e morte.
Não é de se estranhar, portanto, que, quase dois mil anos depois, a iconografia símbolo do cristianismo esteja apoiada na figura de um Jesus magro e frágil, com barba, pouca roupa, coroa de espinhos e preso a uma cruz pelas palmas das mãos e peitos dos pés. Mas essa imagem de Cristo no ato de seu suplício estaria fiel à história? “Não”, opina o especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém Rodrigo Pereira da Silva. “Acredito na hipótese de que Jesus tenha sido crucificado sentado, apoiado em uma madeira que existia na cruz abaixo de seu quadril, com as pernas dobradas para a direita, nu e sem a coroa de espinhos”, diz.

Professor do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), Silva faz essa afirmação baseado, principalmente, em pistas deixadas pelos textos bíblicos e pela literatura romana. O acesso a especulações sobre a real posição de Jesus na cruz (leia quadro) tem sido cada vez mais possível graças a algumas obras escritas por especialistas em religião do Oriente Médio. Lançadas recentemente, elas trazem a discussão em torno dessa questão, difundida no meio acadêmico, para perto do grande público.

Em “Os Últimos Dias de Jesus – a Evidência Arqueológica” (Ed. Landscape), o arqueólogo Shimon Gibson, da Universidade da Carolina do Norte (EUA), escreve que, “para prolongar a agonia e o momento da morte, os romanos posicionavam a vítima em uma espécie de assento de madeira, ou suporte de forquilha, na metade inferior da cruz”. Havia um motivo. Sem essa espécie de apoio, o corpo tombaria e a morte por asfixia ocorreria mais rapidamente. A intenção, portanto, era dar à vítima a possibilidade de ela respirar para que tivesse uma sobrevida e sofresse por mais tempo antes da morte.

“A pessoa morre mais lentamente por asfixia dolorosa, porque os músculos do diafragma vão parando de funcionar até que ela deixe de respirar”, explica John Dominic Crossan, professor de estudos bíblicos da Universidade DePaul (EUA), no livro “Em Busca de Jesus” (Ed. Paulinas). Esse tipo de assento é descrito, ainda, pelo historiador espanhol Joaquín Gonzalez Echegaray, do Instituto Bíblico e Arqueo lógico de Jerusalém, em “Arqueología y Evangelios” (Ed. Verbo Divino), como uma espécie de “conforto” com objetivo cruel.

Detalhes de como os braços e as pernas de Cristo foram posicionados não são fornecidos pelos evangelistas. “Os soldados romanos, que teriam o que falar, não tinham interesse. E os discípulos, que deveriam escrever, não tinham os dados”, diz Pedro Lima Vasconcellos, professor de pós-graduação de ciências da religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. As pistas, então, são fornecidas pela ciência.

Em 1968, uma ossada de um homem que viveu no século I foi encontrada em Jerusalém. Sua cartilagem próxima ao calcanhar direito apresentava um prego de ferro de 11,5 cm de comprimento preso a uma madeira. É a única vítima de crucificação descoberta por arqueólogos até hoje. “Se trabalharmos com a hipótese de que um único prego estaria atravessando os dois pés, pela forma como a ossada foi encontrada, as pernas estariam flexionadas para a direita”, diz Silva, da Unasp. Segundo o historiador André Chevitarese, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o que há de histórico no relato da Paixão de Cristo são a prisão e a crucificação. “O que ocorreu no meio e depois são relatos teológicos que passam pelo exercício da fé”, diz ele. “Se ele morreu pregado ou amarrado, estendido ou sentado são detalhes para aumentar ou diminuir a dramaticidade.”

Milhares de crucificações foram patrocinadas pelos romanos. A de Jesus foi a única que se perpetuou. Como pode um herói morrer de uma forma tão humilhante e seu nome viajar por gerações? Para a ciência, ele ainda é um quebra-cabeça com muitas peças desaparecidas. Mas não há mistério em um ponto: ele deu novo significado à cruz, hoje objeto de salvação e conforto espiritual, não de tormento.

CRISTO NA CRUZ
Com base em descobertas arqueológicas, escritos dos evangelistas e na literatura romana, especialistas sugerem como Jesus teria passado as últimas três horas de vida na Terra.

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Fonte: Isto é / Gospel Prime

10 de novembro de 2009

Cantora Eliã participa de festa na Coronel Paranhos (Maceió-AL)

Pernambucana foi convidada para os 17 anos do Grupo de Senhoras Unidas em Cristo

Liderada pelo pastor Paulo César, a Assembleia de Deus na Coronel Paranhos (Maceió-AL) comemorou, entre os dias 30 de outubro e 02 de novembro, o 17º aniversário do departamento de senhoras Unidas em Cristo, coordenado pelas irmãs Cláudicéia e Maria José. A cantora Eliã Oliveira (PE) foi uma das convidadas.


O tema da festa estava contido em Êx. 14.14 “O Senhor pelejará por vós e vos calareis”.

Estiveram participando, como convidados para o louvor, os grupos musicais Vasos de Benção (Cel. Paranhos 3 - subcongregação), Herdeiras de Sião (Ipioca), Novo Nascer (novos convertidos local), Caravanas da Fé (Chã da Jaqueira), El-Shaday (Bom Parto), Hágios (jovens casados local), Rosa de Sharon (Tabuleiro) e Embaixadores do Rei (senhores local).

Ainda no louvor cooperaram os cantores Priscila (local), Eliã Oliveira (PE) e Irisvaldo Silva (Vista Atlântica). A mensagem de abertura foi ministrada pelo Ev. Eziel Pereira (Roteiro). Já no dia 31, à tarde, quem pregou foi o Pb. Jorge Torres (São Jorge). Neste dia, à noite, o mensageiro foi o Dc. Edilson C. Pereira (Serraria). Os pregadores do encerramento foram os pastores Josias Emídio (Messias) e Fernando (BA).

No culto de encerramento, algo chamou a atenção dos crentes. Uma menina de apenas quatro anos pediu orações pela sua família que não conhece Jesus. O pastor Paulo César, atendendo ao pedido, concedeu a oportunidade ao pastor José Roberto para orar pela criança e a ungiu com o óleo da unção.

Fonte: AD Alagoas

26 de setembro de 2009

Duas festas em uma só trazem bênçãos para AD na Bom Retiro

Jovens e adolescentes agradeceram a Deus por mais um ano

O resultado para dois dias de festa (1º e 2 de agosto), na Assembleia de Deus na Rua Bom Retiro, no Vergel do Lago em Maceió-AL, conduzida pelo Presbítero Adilson, foi renovação espiritual, conversões e muito avivamento.

Na verdade, foram dois eventos conjugados, o 7º congresso da União de Mocidade da congregação (Umadeb) e o 7º aniversário do grupo de adolescentes Fonte de Água Viva.

O tema das festividades estava contido em Levítico 11.44 e o lema dizia “Jovens em busca da santidade”.
Na pregação, foram convidados o Diácono Edilson Pereira (Maceió) e o irmão Paulo Kleber (Vila Brejal). O departamento de adolescentes do Vergel do Lago, o grupo de jovens do conjunto Virgem dos Pobres, além de conjuntos locais e da cantora Débora (Vergel), louvaram a Deus.

Thiago Gomes - AD Alagoas

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